Em uma grande vitória para os amantes dos animais, Radoslaw Czerkawski, o homem responsável pela morte de Puppy Doe, foi finalmente considerado culpado por abuso de animais.

Cinco anos depois que Kiya, uma mistura de Pit Bull, mencionada nas redes sociais como “Puppy Doe”, teve que ser abatida devido aos seus ferimentos graves, a justiça está sendo feita. Seu agressor, um cidadão polaco, chamado Radoslaw Czerkawski, foi condenado a 27 de Março, em Massachusetts. Depois que sua sentença foi lida, todo o tribunal derramou lágrimas de alegria.

Radoslaw foi para os Estados Unidos em 2008 e Kiya foi encontrada em 2013, abandonada em um parque. Ela tinha uma facada no olho, múltiplas fraturas no crânio e na espinha, além de uma língua dividida.

Kiya conquistou os corações de milhares de pessoas nas redes sociais, que aceitaram uma petição exigindo o castigo mais severo possível!

 


Homem é finalmente condenado
Finalmente, cinco anos depois, Radoslaw foi condenado por 12 acusações de crueldade contra animais. Ele enfrenta 8-10 anos atrás das grades e dois anos de liberdade vigiada. Para além disso, esse monstro está proibido de possuir ou entrar em contato com qualquer animal.

Depois que sua sentença for cumprida, ele será deportado de volta para a Polônia. Com a condenação de Radoslaw Czerkawski, foi demonstrado que as pessoas que cometem crueldade contra animais e, neste caso, extrema crueldade, serão responsabilizadas.

A decisão final foi postada em uma página de Facebook, chamada ‘Justice for Puppy Doe’.

Centenas de pessoas se manifestaram sobre o caso.
Uma pessoa escreveu: “Eu nunca vou esquecer a noite em que li os detalhes do que ele fez com ela… Isso vai me assombrar para sempre. Isso me mudou como pessoa, me fez lutar mais pelos direitos dos animais. Puppy Doe não morreu em vão…”

Outra pessoa escreveu: “Ela definitivamente não será esquecida!! Meu coração se parte toda vez que vejo seu nome ou seu caso. Eu sinto muito preciosa Kiya, que você tenha sofrido tanto…”

Nossos corações estarão sempre com você, doce Kiya…

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