Certamente, não viveremos até a primeira viagem a uma nebulosa acontecer – porém, com base nos dados dos telescópios Hubble e Spitzer, agora temos a sensação de como é poder voar através de uma das mais famosas – a nebulosa de Orion. Já pensou, que momento mágico?

A nebulosa brilhante mais próxima para nós está aproximadamente 695 anos-luz de distância, e a nebulosa de Orion está muito mais longe, aproximadamente 1.344 anos-luz de distância. Então, mesmo que fizéssemos viagens de velocidade baixa, levaria muitas gerações a bordo de uma nave para chegar até lá.

Mas ao combinar imagens visíveis por infravermelho do coração formador de estrelas da nebulosa gigante, os especialistas em astronomia e visualização criaram um flythrough 3D para que você possa ter o gostinho de como é ser um explorador espacial.

O vídeo recém-lançado é uma atualização e expansão de iterações anteriores de flythroughs pela nebulosa de Orion com base em dados do Hubble em 2014 e um trecho de 2010 de um filme IMAX sobre o Telescópio espacial Hubble, narrado por Leonardo DiCaprio.

O filme de três minutos destina-se a transmitir como o espaço é realmente – não as imagens 2D estáticas que geralmente vemos, mas enormes, tridimensionais, dinâmicas e em evolução.

Veja só:

“Ao adicionar profundidade e estrutura às incríveis imagens, este avanço ajuda a elucidar o universo para o público, educando e inspirando as pessoas ao progresso da exploração espacial”, disse o cientista de visualização do Instituto de Ciências do Telescópio Espacial Frank Summers.

Para nós na Terra, olhando para o céu noturno a olho nu, a nebulosa de Orion é apenas um pontinho que aparece como uma estrela. Na realidade, ela é enorme, cerca de 24 anos-luz, e contém um berçário imenso de estrelas – uma região em que o pó da nebulosa se coagula furiosamente e se transforma em estrelas bebês.

É uma nebulosa jovem, com cerca de dois milhões de anos, por isso fornece muita informação sobre como as estrelas e os planetas são formados.

 

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